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As motos mais roubadas no Rio de Janeiro em 2026: veja os modelos mais visados e como se proteger

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As motos mais roubadas no Rio de Janeiro em 2026: veja os modelos mais visados e como se proteger

O roubo e o furto de motocicletas continuam entre as principais preocupações de quem utiliza esse tipo de veículo no Rio de Janeiro. Além do prejuízo financeiro, perder uma moto pode comprometer a rotina de trabalho, a mobilidade da família e a renda de profissionais que dependem do veículo diariamente, como entregadores, mototaxistas, prestadores de serviços e vendedores externos.

Em 2026, modelos populares, econômicos e com grande circulação permanecem entre os mais visados. Isso acontece principalmente porque essas motocicletas possuem ampla procura no mercado, facilidade de revenda e grande demanda por peças de reposição.

Entretanto, é importante esclarecer uma questão antes de apresentar qualquer lista: o Instituto de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro disponibiliza bases públicas sobre ocorrências criminais, incluindo roubos e furtos de veículos, mas nem sempre apresenta um ranking consolidado por marca e modelo de motocicleta. Por isso, as listas encontradas no mercado normalmente combinam informações de segurança pública, ocorrências comunicadas às seguradoras e análises sobre os modelos com maior circulação.

O portal ISPDados é a principal fonte oficial para consulta das estatísticas de segurança pública do estado e disponibiliza bases de registros criminais e de atividade policial.

Com base nas informações disponíveis, nos levantamentos divulgados pelo mercado segurador e nas características da frota fluminense, preparamos um panorama sobre as motos mais roubadas no Rio de Janeiro em 2026, os motivos que tornam esses modelos mais procurados pelos criminosos e as principais medidas de prevenção.

Quais são as motos mais roubadas no Rio de Janeiro em 2026?

Os levantamentos mais recentes divulgados por empresas do setor de seguros apontam os seguintes modelos entre os mais visados no estado do Rio de Janeiro:

  1. Honda CG 160
  2. Honda Biz
  3. Honda Pop 110i
  4. Honda NXR 160 Bros
  5. Mottu Sport 110i
  6. Honda CB 300F
  7. Yamaha Factor 150
  8. Honda PCX 160
  9. Honda XRE 300
  10. Yamaha Fazer 250

Essa relação aparece em levantamentos publicados por empresas ligadas ao mercado segurador. A ordem pode variar conforme o período analisado, a região do estado, a quantidade de veículos em circulação e a metodologia utilizada.

Portanto, o fato de uma motocicleta aparecer no topo da lista não significa necessariamente que ela seja menos segura. Na maioria dos casos, trata-se de um modelo muito vendido, com grande presença nas ruas e, consequentemente, com maior exposição.

1. Honda CG 160

A Honda CG 160 aparece com frequência na liderança dos rankings de motos roubadas e furtadas no Rio de Janeiro.

Esse resultado está diretamente relacionado à enorme popularidade do modelo. A família CG está presente no mercado brasileiro há décadas e é amplamente utilizada para transporte pessoal, entregas, deslocamentos profissionais e serviços comerciais.

A CG 160 reúne características muito valorizadas pelo consumidor:

  • Baixo consumo de combustível;
  • Manutenção relativamente simples;
  • Facilidade para encontrar peças;
  • Boa liquidez no mercado de usados;
  • Rede ampla de assistência;
  • Versatilidade para o trânsito urbano;
  • Valor de revenda competitivo.

Essas mesmas características que tornam a CG interessante para o consumidor também despertam o interesse de criminosos.

Uma motocicleta muito procurada no mercado legal também pode gerar demanda no comércio ilegal. Depois de roubada ou furtada, ela pode ser adulterada, revendida de forma irregular ou desmontada para abastecer o mercado clandestino de peças.

Outro fator importante é a exposição. Quanto maior o número de unidades circulando nas ruas, maior tende a ser a quantidade absoluta de ocorrências envolvendo o modelo.

Isso não significa que toda Honda CG 160 esteja automaticamente condenada a ser roubada. Significa apenas que o proprietário deve adotar cuidados adicionais, principalmente ao estacionar em vias públicas, circular em horários de menor movimento ou passar por regiões desconhecidas.

2. Honda Biz

A Honda Biz também aparece entre as motocicletas mais visadas no Rio de Janeiro.

O modelo é conhecido por sua facilidade de condução, economia de combustível, espaço sob o banco e praticidade no uso urbano. Por essas razões, é utilizado por diferentes perfis de motociclistas.

A Biz é comum entre:

  • Pessoas que utilizam a moto diariamente;
  • Trabalhadores que percorrem trajetos curtos;
  • Profissionais autônomos;
  • Estudantes;
  • Consumidores que buscam economia;
  • Usuários que preferem uma motocicleta leve e prática.

Sua popularidade aumenta a procura por peças de reposição. Componentes externos, rodas, carenagens, bancos, faróis e partes mecânicas podem encontrar compradores com relativa facilidade no mercado paralelo.

Além disso, motocicletas leves são mais fáceis de transportar quando não estão presas a um ponto fixo. Em determinadas situações, criminosos conseguem colocar a moto em outro veículo, mesmo quando a ignição está bloqueada.

Por isso, somente travar o guidão pode não ser suficiente. O ideal é combinar diferentes mecanismos de proteção.

3. Honda Pop 110i

A Honda Pop 110i ganhou espaço no mercado por ser uma motocicleta econômica, leve e de manutenção acessível.

O modelo é muito usado em deslocamentos urbanos e também em cidades da Região Metropolitana, Baixada Fluminense e interior do estado. Sua simplicidade mecânica e o consumo reduzido fazem com que seja procurada por consumidores que desejam diminuir os gastos de transporte.

O problema é que a alta circulação aumenta a exposição ao risco.

A Pop 110i também possui peças com boa procura, especialmente em regiões onde o modelo é muito utilizado para trabalho e deslocamentos diários.

Entre os fatores que podem tornar a Pop atrativa para os criminosos estão:

  • Grande quantidade de unidades circulando;
  • Facilidade de revenda;
  • Procura por peças usadas;
  • Peso reduzido;
  • Uso intenso em áreas urbanas;
  • Presença frequente em estacionamentos abertos.

Proprietários desse modelo devem evitar deixá-lo em locais isolados, mesmo durante paradas rápidas.

Grande parte dos furtos ocorre justamente quando o condutor acredita que ficará poucos minutos longe da motocicleta.

4. Honda NXR 160 Bros

A Honda NXR 160 Bros é uma das motocicletas trail mais populares do Brasil.

O modelo combina conforto, suspensão elevada, boa posição de pilotagem e capacidade para enfrentar ruas irregulares. Essas características são especialmente úteis no Rio de Janeiro, onde muitas regiões apresentam buracos, lombadas, vias mal conservadas e trechos com pavimentação deficiente.

A Bros é utilizada tanto em áreas urbanas quanto em trajetos mais afastados. Também é comum entre profissionais que precisam circular por diferentes bairros durante o dia.

Por ter boa valorização no mercado de usados e peças procuradas, o modelo pode chamar a atenção de quadrilhas especializadas.

Além do desmanche, motos desse tipo podem ser utilizadas em outros crimes por apresentarem:

  • Boa agilidade;
  • Suspensão alta;
  • Facilidade para transitar em vias irregulares;
  • Desempenho adequado para deslocamentos rápidos;
  • Boa aceitação no mercado clandestino.

O proprietário da NXR 160 Bros deve considerar a instalação de rastreador e evitar manter uma rotina totalmente previsível de horários e trajetos.

5. Mottu Sport 110i

A presença da Mottu Sport 110i entre os modelos mais visados está relacionada principalmente ao crescimento da frota utilizada por entregadores e profissionais que trabalham por meio de aplicativos.

As motocicletas de locação passaram a ocupar um espaço relevante nas grandes cidades. Como circulam por muitas horas durante o dia, ficam expostas a diferentes regiões e situações de risco.

Em muitos casos, esses veículos são utilizados em:

  • Entregas de alimentos;
  • Entregas de documentos;
  • Transporte de pequenos produtos;
  • Serviços de logística rápida;
  • Deslocamento de trabalhadores autônomos.

A exposição prolongada aumenta a possibilidade de ocorrências, especialmente em horários noturnos ou em áreas com pouco movimento.

Por se tratar de uma motocicleta frequentemente associada ao trabalho, o roubo pode gerar consequências ainda mais sérias. Além do veículo, o profissional pode perder equipamentos, celular, documentos e parte da renda diária.

O condutor deve seguir as orientações da empresa proprietária, manter os sistemas de rastreamento ativos e comunicar imediatamente qualquer ocorrência.

6. Honda CB 300F Twister

A Honda CB 300F é uma motocicleta de categoria superior às opções urbanas de entrada. Seu desempenho, desenho esportivo e valor de mercado contribuem para que seja desejada tanto no comércio legal quanto em atividades criminosas.

Modelos com maior cilindrada podem ser procurados por diferentes motivos:

  • Revenda integral do veículo;
  • Adulteração de identificação;
  • Comercialização de peças;
  • Uso em outros delitos;
  • Transporte para regiões distantes;
  • Desmontagem para abastecer oficinas clandestinas.

O valor unitário das peças também pode ser maior do que o de motos mais simples. Isso aumenta o possível retorno financeiro para quem atua no mercado ilegal.

Além disso, motocicletas mais potentes podem ser escolhidas para fugas ou deslocamentos rápidos.

Quem possui uma CB 300F deve avaliar com atenção o local onde estaciona e considerar uma cobertura de seguro compatível com o valor do veículo.

7. Yamaha Factor 150

A Yamaha Factor 150 é reconhecida pela economia, robustez e conforto na condução urbana.

Ela concorre diretamente com modelos populares da categoria street e possui presença significativa entre consumidores que utilizam a motocicleta como meio de transporte diário.

A Factor costuma ser procurada por quem deseja:

  • Baixo consumo;
  • Custo de manutenção controlado;
  • Boa durabilidade;
  • Condução confortável;
  • Utilização profissional;
  • Facilidade de revenda.

Como acontece com outros modelos populares, a ampla circulação aumenta o número absoluto de ocorrências.

Peças mecânicas e componentes externos podem ser comercializados separadamente. Por isso, o proprietário deve desconfiar de peças com preços muito abaixo do mercado e sem nota fiscal.

Comprar peças de origem duvidosa alimenta uma cadeia que pode começar justamente no roubo de outra motocicleta.

8. Honda PCX 160

A Honda PCX 160 é uma das scooters mais conhecidas no mercado brasileiro. O modelo oferece praticidade, conforto, câmbio automático e espaço para pequenos objetos.

No Rio de Janeiro, scooters são utilizadas principalmente em deslocamentos urbanos. São comuns em regiões com grande concentração comercial e residencial.

A PCX possui valor de mercado relevante e componentes externos que podem sofrer danos até em pequenos acidentes. Isso cria procura por peças usadas, especialmente carenagens, faróis, retrovisores e acabamentos.

A combinação de popularidade e custo de reposição pode aumentar o interesse do mercado clandestino.

Outro ponto de atenção é que muitos proprietários acreditam que uma scooter chama menos atenção do que uma moto esportiva ou trail. Essa percepção nem sempre corresponde à realidade.

Mesmo modelos automáticos e voltados à mobilidade urbana podem ser alvos de furtos e roubos.

9. Honda XRE 300

A Honda XRE 300 possui histórico de forte valorização no mercado brasileiro. Mesmo após mudanças na linha de produtos da fabricante, o modelo continua sendo muito procurado no segmento de usadas.

A XRE é conhecida pelo visual robusto, posição elevada de pilotagem e capacidade para circular em diferentes tipos de terreno.

Essas características tornam o modelo desejado, mas também podem aumentar seu risco.

Motos trail de média cilindrada são visadas principalmente por:

  • Alto valor de revenda;
  • Procura por peças;
  • Desempenho;
  • Facilidade de circulação em terrenos irregulares;
  • Utilização em outras atividades criminosas;
  • Aceitação no mercado de veículos usados.

A XRE 300 também aparece em levantamentos recentes sobre motocicletas mais roubadas no estado.

O proprietário deve evitar estacionar a moto por longos períodos em vias públicas, principalmente durante a noite.

10. Yamaha Fazer 250

A Yamaha Fazer 250 completa a relação dos modelos frequentemente citados entre os mais visados no Rio de Janeiro.

Trata-se de uma motocicleta valorizada pelo equilíbrio entre desempenho, economia e conforto. É usada tanto em trajetos urbanos quanto em deslocamentos mais longos.

O modelo possui boa reputação no mercado de seminovas, o que ajuda a manter sua valorização.

A procura por peças e a possibilidade de revenda irregular são fatores que podem aumentar o interesse criminoso.

Assim como ocorre com a XRE e a CB 300F, o proprietário de uma Fazer 250 deve avaliar não apenas o risco de furto enquanto a motocicleta está estacionada, mas também o risco de abordagem durante a circulação.

Por que as motos mais populares são tão roubadas?

Existe uma percepção de que somente motocicletas caras ou esportivas atraem criminosos. Na prática, os modelos populares costumam concentrar grande parte das ocorrências.

Isso acontece por vários motivos.

Maior quantidade de motos circulando

Quanto maior a frota de determinado modelo, maior a exposição estatística.

Uma moto popular pode liderar o número absoluto de roubos mesmo que, proporcionalmente, o risco individual não seja o maior do mercado.

Para compreender corretamente um ranking, seria necessário comparar:

  • Número de roubos;
  • Número de furtos;
  • Quantidade total de unidades em circulação;
  • Região onde os crimes aconteceram;
  • Ano de fabricação;
  • Período analisado;
  • Recuperação dos veículos;
  • Perfil de utilização.

Sem essas informações, a lista deve ser tratada como um indicativo de mercado, e não como uma probabilidade individual exata.

Procura por peças de reposição

Modelos populares geram grande demanda por peças.

Quando uma peça original possui preço elevado ou demora para chegar, alguns consumidores procuram alternativas no mercado de usados.

O problema surge quando não existe comprovação de procedência.

Peças comercializadas sem nota fiscal, identificação ou origem clara podem ter sido retiradas de motocicletas roubadas.

Facilidade de revenda

Uma motocicleta conhecida tende a ser mais fácil de revender.

Criminosos podem adulterar sinais identificadores, utilizar documentos falsos ou transferir o veículo para outras regiões.

Também existem casos em que a moto é desmontada poucas horas após o crime.

Uso para cometer outros delitos

Algumas motocicletas são roubadas para serem utilizadas temporariamente em outros crimes.

A agilidade, o tamanho reduzido e a facilidade de deslocamento fazem com que motos sejam usadas em assaltos, transporte de objetos ilegais e fugas.

Depois disso, o veículo pode ser abandonado, incendiado ou desmontado.

Ausência de equipamentos adicionais

Muitos proprietários utilizam somente a trava original de fábrica.

Embora os sistemas originais sejam importantes, camadas adicionais podem dificultar a ação criminosa.

Nenhum equipamento garante proteção absoluta, mas aumentar o tempo necessário para levar a moto pode fazer com que o criminoso desista.

Roubo e furto de moto são a mesma coisa?

Não. Embora os dois crimes resultem na perda do veículo, existe uma diferença importante.

Roubo de motocicleta

O roubo acontece quando existe violência ou grave ameaça contra a vítima.

É o caso de uma abordagem com arma, agressão ou intimidação para obrigar o motociclista a entregar o veículo.

Furto de motocicleta

O furto acontece sem violência ou ameaça direta.

Um exemplo é quando a moto desaparece enquanto estava estacionada.

Essa distinção é importante para o registro da ocorrência, para a investigação e para o acionamento do seguro.

Quais regiões do Rio de Janeiro exigem mais atenção?

Os índices de criminalidade podem mudar de um mês para outro. Por esse motivo, não é recomendável tratar um bairro como permanentemente seguro ou perigoso.

O risco também pode variar de acordo com:

  • Horário;
  • Movimento da via;
  • Iluminação;
  • Presença de policiamento;
  • Existência de estacionamentos;
  • Rotas de fuga;
  • Eventos realizados na região;
  • Dias úteis ou finais de semana.

Áreas com grande fluxo de veículos podem registrar ocorrências devido ao volume de circulação. Já vias isoladas podem apresentar risco por causa da baixa presença de testemunhas.

O motociclista deve acompanhar os dados oficiais do ISP-RJ e as orientações dos órgãos de segurança.

Como reduzir o risco de roubo ou furto da motocicleta

Nenhuma medida elimina completamente o risco. Entretanto, a combinação de cuidados pode reduzir a vulnerabilidade.

Utilize mais de uma trava

O ideal é não depender apenas da trava do guidão.

O proprietário pode combinar:

  • Trava de disco;
  • Cadeado;
  • Corrente de aço;
  • Trava na coroa;
  • Bloqueador eletrônico;
  • Alarme;
  • Rastreador.

Quanto mais tempo e ferramentas forem necessários para movimentar a motocicleta, menor tende a ser o interesse de um criminoso oportunista.

Prenda a moto em um ponto fixo

Quando possível, utilize uma corrente resistente para prender a motocicleta a uma estrutura fixa e autorizada.

Essa medida dificulta o transporte da moto em uma caminhonete ou veículo de carga.

É importante não bloquear calçadas, acessos, saídas de emergência ou áreas proibidas.

Dê preferência a estacionamentos fechados

Estacionamentos com controle de entrada, câmeras e vigilância oferecem uma camada adicional de proteção.

Mesmo que exista cobrança, o valor pode ser menor do que o prejuízo causado pelo desaparecimento da motocicleta.

Durante a noite, evite deixá-la em vias isoladas.

Instale um rastreador

O rastreador pode auxiliar na localização do veículo depois da ocorrência.

Alguns sistemas oferecem:

  • Localização em tempo real;
  • Histórico de deslocamento;
  • Alerta de movimento;
  • Cerca virtual;
  • Bloqueio remoto;
  • Comunicação com central de atendimento.

Antes da contratação, verifique a cobertura de sinal, o custo mensal, as condições do bloqueio e as regras de atendimento em caso de roubo.

O proprietário nunca deve tentar recuperar a moto por conta própria. A localização deve ser comunicada imediatamente à polícia.

Evite divulgar sua rotina

Publicações em redes sociais podem revelar:

  • Horários de saída;
  • Local de trabalho;
  • Endereço residencial;
  • Trajetos;
  • Modelo da motocicleta;
  • Viagens;
  • Períodos em que o imóvel ficará vazio.

Evite publicar informações que permitam acompanhar sua rotina.

Observe movimentações suspeitas

Ao perceber que está sendo seguido, não vá diretamente para casa.

Procure um local movimentado, posto policial, estabelecimento com segurança ou base de atendimento público.

Não confronte suspeitos.

Mude os trajetos quando possível

Rotas muito previsíveis podem facilitar o planejamento de uma abordagem.

Alternar trajetos e horários, quando isso puder ser feito com segurança, reduz a previsibilidade da rotina.

Não reaja durante um roubo

A motocicleta pode ser substituída. A vida, não.

Em uma abordagem, evite movimentos bruscos, discussões ou tentativas de perseguição.

O criminoso pode estar armado, nervoso ou acompanhado.

Depois que estiver em segurança, procure registrar todas as informações que conseguir lembrar.

Vale a pena contratar seguro para moto no Rio de Janeiro?

Para muitos proprietários, o seguro é uma das principais formas de reduzir o prejuízo financeiro.

A resposta depende do perfil do condutor, do valor da moto, da região de circulação e do custo da cobertura.

Existem diferentes modalidades:

Seguro compreensivo

Pode incluir roubo, furto, colisão, incêndio, danos a terceiros e assistência.

Normalmente apresenta cobertura mais ampla, mas o preço pode ser maior.

Seguro somente contra roubo e furto

É uma opção para quem deseja proteção financeira principalmente contra o desaparecimento do veículo.

Costuma ser mais acessível do que um seguro completo, dependendo do perfil.

Proteção com rastreamento

Algumas empresas oferecem planos associados à instalação de rastreador e serviços de localização.

É fundamental verificar as condições contratuais e entender exatamente o que está sendo contratado.

Assistência para motocicletas

Pode incluir guincho, socorro mecânico, troca de pneu, pane elétrica e outros serviços.

Antes de contratar, o consumidor deve confirmar se a empresa e o produto estão regularizados.

A Superintendência de Seguros Privados é o órgão responsável pela supervisão do mercado de seguros no Brasil.

Por que o seguro de algumas motos é mais caro?

O preço do seguro não depende apenas do modelo.

As seguradoras analisam diversos fatores:

  • Índice de roubos e furtos;
  • Custo das peças;
  • Valor de reposição;
  • Local onde a moto circula;
  • CEP de residência;
  • Idade do condutor;
  • Tempo de habilitação;
  • Forma de utilização;
  • Existência de garagem;
  • Quilometragem;
  • Histórico de sinistros;
  • Tipo de cobertura;
  • Franquia.

Uma motocicleta popular pode ter seguro mais caro em determinada região por causa da frequência de ocorrências.

Já um modelo mais caro pode apresentar preço competitivo quando possui menor índice de sinistros ou sistemas de segurança avançados.

Comprar uma moto muito roubada é um mau negócio?

Não necessariamente.

Os modelos mais visados também costumam estar entre os mais vendidos, econômicos e fáceis de manter.

Antes da compra, o consumidor deve analisar o conjunto:

  • Valor da motocicleta;
  • Preço do seguro;
  • Custo de manutenção;
  • Consumo de combustível;
  • Disponibilidade de peças;
  • Desvalorização;
  • Uso pretendido;
  • Região de circulação;
  • Possibilidade de guardar em garagem;
  • Instalação de rastreador.

Um modelo popular pode continuar sendo uma boa escolha quando o proprietário adota medidas de segurança e inclui os custos de proteção no planejamento.

Como saber o risco antes de comprar uma moto

Antes de fechar a compra, faça cotações de seguro para diferentes modelos.

Essa é uma maneira prática de identificar como o mercado avalia o risco daquele veículo para o seu perfil e CEP.

Também é recomendável:

  1. Consultar dados públicos de segurança;
  2. Conversar com corretores;
  3. Pesquisar o preço das peças;
  4. Verificar relatos de proprietários;
  5. Avaliar a estrutura de estacionamento;
  6. Comparar rastreadores;
  7. Analisar o custo total de propriedade.

Não escolha uma moto apenas pelo preço de aquisição.

Uma economia inicial pode desaparecer caso o seguro, a manutenção ou a reposição de peças sejam muito caros.

O mercado ilegal de peças e sua relação com os roubos

Parte dos roubos e furtos de motocicletas está ligada à demanda por peças sem procedência.

Ao comprar uma peça clandestina, o consumidor pode financiar indiretamente novos crimes.

Por isso, sempre exija:

  • Nota fiscal;
  • Identificação do vendedor;
  • Garantia;
  • Comprovação de origem;
  • Informações sobre compatibilidade;
  • Registro do estabelecimento.

Desconfie de preços muito abaixo da média.

Peças usadas podem ser compradas legalmente, desde que tenham origem comprovada e sejam comercializadas por empresas regularizadas.

O que fazer se sua moto for roubada

Em caso de roubo, priorize sua segurança.

Depois da abordagem:

  1. Vá para um local seguro;
  2. Ligue para a polícia;
  3. Informe placa, modelo e características;
  4. Registre a ocorrência;
  5. Entre em contato com a seguradora;
  6. Avise a empresa de rastreamento;
  7. Bloqueie cartões e celulares levados;
  8. Guarde protocolos e documentos.

Se houver rastreador, não tente recuperar a moto sozinho.

Informe a localização às autoridades e siga as orientações recebidas.

O que fazer se sua moto for furtada

Se a motocicleta desaparecer enquanto estava estacionada:

  1. Confirme se ela não foi removida por estacionamento irregular;
  2. Verifique estabelecimentos próximos;
  3. Procure câmeras na região;
  4. Comunique imediatamente a polícia;
  5. Registre o boletim de ocorrência;
  6. Acione o rastreador;
  7. Informe a seguradora;
  8. Preserve imagens e testemunhos.

Quanto mais rápido o registro for feito, maiores podem ser as chances de localização.

Como registrar o boletim de ocorrência

O registro deve conter o máximo de informações possível:

  • Placa;
  • Marca;
  • Modelo;
  • Ano;
  • Cor;
  • Número do chassi, quando disponível;
  • Horário aproximado;
  • Endereço;
  • Sentido seguido pelos criminosos;
  • Características dos envolvidos;
  • Existência de armas;
  • Objetos levados;
  • Informações do rastreador;
  • Imagens de câmeras;
  • Dados de testemunhas.

Não invente características das quais não tenha certeza.

Informações incorretas podem prejudicar a investigação.

Posso divulgar a placa da moto nas redes sociais?

A divulgação pode ajudar, principalmente em grupos locais. Entretanto, ela deve ser feita com cuidado.

Evite publicar documentos completos, endereço residencial ou informações pessoais sensíveis.

Informe:

  • Modelo;
  • Cor;
  • Placa;
  • Região da ocorrência;
  • Data;
  • Telefone seguro para contato;
  • Número do registro, quando apropriado.

Não ofereça dinheiro a desconhecidos sem orientação e não marque encontros para recuperar a moto.

Golpistas podem entrar em contato alegando saber onde o veículo está.

Como evitar golpes depois do roubo

Depois que a ocorrência é divulgada, criminosos podem pedir pagamento para supostamente devolver a motocicleta.

Alguns afirmam ter encontrado o veículo ou conhecer os responsáveis.

Não envie dinheiro.

Não forneça códigos, senhas, documentos ou dados bancários.

Encaminhe as informações à polícia e à seguradora.

 

 

As motos mais roubadas no Rio de Janeiro em 2026 são, em grande parte, modelos populares e amplamente utilizados no dia a dia.

Honda CG 160, Honda Biz, Honda Pop 110i, Honda NXR 160 Bros, Mottu Sport 110i, Honda CB 300F, Yamaha Factor 150, Honda PCX 160, Honda XRE 300 e Yamaha Fazer 250 aparecem com frequência nos levantamentos disponíveis.

É fundamental, porém, interpretar esses dados com responsabilidade.

Uma lista baseada somente no número absoluto de ocorrências não considera o tamanho da frota. Modelos muito vendidos naturalmente ficam mais expostos.

Além disso, o ranking pode variar conforme a região, o período e a fonte consultada.

A decisão de compra não deve ser baseada apenas no medo do roubo. O consumidor precisa avaliar o custo do seguro, a disponibilidade de garagem, os equipamentos de segurança e a forma de utilização.

Para quem já possui uma motocicleta, a melhor estratégia é criar diferentes camadas de proteção.

Estacionamento seguro, trava de disco, corrente, alarme, rastreador, seguro e atenção durante os trajetos podem reduzir o risco e o prejuízo.

Em uma situação de roubo, a prioridade deve ser sempre preservar a vida. Não reaja e não tente recuperar o veículo sem o apoio das autoridades.


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Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre as motos mais roubadas no Rio de Janeiro em 2026

Qual é a moto mais roubada no Rio de Janeiro em 2026?

A Honda CG 160 aparece na primeira posição dos levantamentos divulgados pelo mercado segurador. Entretanto, não existe, até o momento da elaboração deste conteúdo, um ranking público oficial definitivo do ISP-RJ detalhado por modelo para todo o ano de 2026.

Quais motos estão entre as mais visadas no Rio de Janeiro?

Honda CG 160, Honda Biz, Honda Pop 110i, Honda NXR 160 Bros, Mottu Sport 110i, Honda CB 300F, Yamaha Factor 150, Honda PCX 160, Honda XRE 300 e Yamaha Fazer 250 aparecem entre os modelos frequentemente citados.

Por que a Honda CG 160 é tão roubada?

A CG 160 possui grande quantidade de unidades em circulação, facilidade de revenda e alta procura por peças. A popularidade aumenta a exposição do modelo.

Uma moto popular corre mais risco?

Em números absolutos, modelos populares costumam registrar mais ocorrências porque existem mais unidades circulando. Isso não significa necessariamente que o risco proporcional seja sempre maior.

A Honda Biz é muito roubada no Rio de Janeiro?

A Honda Biz aparece entre os modelos mais visados nos levantamentos do setor. Sua ampla circulação e a procura por peças contribuem para esse cenário.

A Honda XRE 300 ainda é visada?

Sim. Mesmo após mudanças na linha da fabricante, a XRE 300 continua valorizada no mercado de usadas e suas peças possuem procura significativa.

A Yamaha Fazer 250 é muito roubada?

A Fazer 250 aparece em listas de motos visadas por causa da valorização, do desempenho e da procura por peças.

Scooter também é roubada?

Sim. Modelos como a Honda PCX podem ser alvos de roubos e furtos. O fato de ser scooter não elimina o risco.

Trava de disco evita furto?

A trava de disco dificulta a movimentação, mas não garante proteção completa. O ideal é combinar trava, corrente, alarme e rastreador.

Rastreador substitui o seguro?

Não. O rastreador ajuda na localização, enquanto o seguro oferece proteção financeira conforme as condições da apólice. Os dois produtos podem ser complementares.

Seguro contra roubo e furto vale a pena?

Pode valer, principalmente para quem depende da moto para trabalhar ou não conseguiria arcar com a reposição do veículo. É necessário comparar coberturas, valores e regras.

Posso recuperar a moto usando a localização do rastreador?

Não é recomendado tentar recuperá-la sozinho. Informe a localização à polícia e à empresa responsável pelo rastreamento.

O que fazer logo após um roubo?

Vá para um local seguro, comunique a polícia, registre a ocorrência, avise a seguradora e acione o rastreamento.

Deixar a moto na calçada é seguro?

Não. Além da possibilidade de infração, a calçada pode deixar o veículo vulnerável. Prefira estacionamentos autorizados, iluminados e monitorados.

Qual é o melhor antifurto para motocicleta?

Não existe um único equipamento capaz de impedir todos os crimes. A melhor estratégia é utilizar camadas de proteção: trava, corrente, alarme, rastreador e estacionamento seguro.

Motos antigas também são roubadas?

Sim. Motocicletas antigas podem ter grande procura por peças, especialmente quando os componentes novos são caros ou difíceis de encontrar.

Comprar peça usada sem nota fiscal é perigoso?

Sim. Além do risco de adquirir uma peça com defeito, o item pode ter origem criminosa. Sempre exija comprovação de procedência.

Os bairros com mais roubos são sempre os mesmos?

Não. Os índices podem mudar conforme o período, o policiamento, a circulação de veículos e outros fatores. Consulte dados atualizados do ISP-RJ.

O seguro é mais caro para motos muito roubadas?

O histórico de roubos pode influenciar, mas a seguradora também analisa CEP, perfil do condutor, uso, garagem, custo das peças e outras informações.

Vale a pena evitar uma moto porque ela aparece no ranking?

O ranking deve ser apenas um dos critérios. Também devem ser considerados seguro, manutenção, consumo, finalidade de uso e possibilidade de proteção.